Em coletiva de imprensa realizada no Palace Hotel, no dia 15 de agosto, no centro de Itabuna, que teve como objetivo apresentar dados sobre o saneamento, o presidente da EMASA, Ivan Maia, em entrevista ao jornalista e radialista Oziel Aragão, da OZITV, sugeriu que o grande problema da empresa é que a tarifa de água e esgoto é muito baixa.
“A EMASA hoje não é autossustentável porque passou por um processo histórico de problema de tarifa. A gente sabe que a tarifa da EMASA não serve para cobrir realmente seus custos. Os caminhos que a gente está aventando ainda estão em estudo. Não é possível prever, por enquanto, a alternativa mais viável, mas se sabe que, de fato, a opção do município é dar solução para a universalização dos serviços”, disse Maia.
MISSÃO DE DESTRUIÇÃO DA EMPRESA PÚBLICA
O Sindae tem denunciado que a atual gestão da EMASA, que teve início no segundo mandato do prefeito Augusto Castro (PSD), veio especialmente com a missão de destruir a empresa municipal e preparar o processo de concessão, ou seja, a entrega da prestação dos serviços por 35 anos à iniciativa privada. Para isso, a missão é sucatear a estatal, enchendo a empresa de cargos de indicação política, enquanto trabalham para entregá-la aos interesses de setores privados sem compromisso social e sedentos por dinheiro.
Essas pessoas, de forma desonesta e com o intuito de confundir a população, têm propagado inverdades por todos os cantos da cidade, seja na Câmara de Vereadores, seja em programas de rádio locais. O objetivo é convencer a população de que a EMASA não tem viabilidade, ao mesmo tempo em que iniciam aumentos tarifários e já preparam o espírito da população para os novos reajustes que virão, caso a empresa seja concedida à privatização.
O Sindae defende o fortalecimento da empresa municipal em parceria com os governos estadual e federal, além da ampliação da tarifa social e da implementação de isenções da tarifa de água e esgoto para a população de baixa renda.
Vamos à luta!

Comentários: