Em reunião realizada na manhã desta segunda-feira (8) com Joana Rolembergo, Diretora de Operações da Embasa, a direção do Sindicato apresentou sugestões para fins de melhorias nas condições de acesso à Estação de Tratamento de Água – Principal, construção de espaço para recepção do público externo e infraestrutura da atual portaria.
Durante o encontro foi lembrado da existência do Plano de Atendimento de Emergência (PAE), elaborado pela Fundação José Silveira em 2017, no qual orienta as melhores práticas de como proceder em situação de sinistro na ETA. O documento serve como referência na elaboração e execução de projetos e procedimentos no atendimento de emergência na unidade e no entorno.
A estrada que dá acesso à ETA Principal possui extensão de
3 km e requer atenção frente às normas previstas nos manuais de estradas de rodagem. A ausência de iluminação pública, defesas metálicas, manutenção da vegetação nas margens da rodovia entre outros itens, estão com os dias contados para que um novo cenário de modernização e valorização do espaço seja realizado. O último investimento com recurso da Embasa foi na recomposição de talude que custou pouco mais de R$ 1 milhão em caráter emergencial.
O Plano de Atendimento de Emergência (PAE) em questão, previsto em Acordo Coletivo de Trabalho, é atual e serve como instrumento normativo para assegurar parte dos investimentos necessários.
O Superintendente da Região Metropolitana, Júlio Gouveia, destacou ser uma grande oportunidade tratar sobre o tema uma vez que existem projetos em cursos e em fase avançada. A previsão é de que até o próximo ano boa parte das propostas apresentadas pela direção do Sindicato esteja realizada. A direção da empresa informou que estão asseguradas as sinalizações horizontais e instalação de tacha refletiva ("olho de gato"). No quesitlo iluminação será preciso fazer uma interlocução com a prefeitura de Candeias, o que não deve demorar.
Na perspectiva do Sindicato a estrada é o cartão de vista da maior estação de tratamento de água das regiões Norte e Nordeste e que precisa dar segurança aos motoristas e pedestres que utilizam o trecho. A comunidade no entorno da ETA faz uso da rodovia para prática de atividade física. Ao final da tarde o risco de acidente é maior pela falta de sinalização e iluminação. Outro ponto crítico está associado ao trânsito de trabalhadores terceirizados e prestadores de serviço que chegam através de transporte coletivo onde o ponto mais próximo fica situado na BR-324.
“Um encontro produtivo e enriquecedor. Precisamos dar continuidade e permanecer na certeza de que faremos uma agenda de trabalho para encaminhar as demandas apresentadas”, afirma o Diretor de Comunicação, Edmilson Barbosa.
O companheiro Jaimilson Ferreira, diretor do Sindae e Presidente da CIPA da ETA Principal, sinalizou que esse desafio é de fácil superação e que os valorosos companheiros e companheiras da empresa tende a colher bons frutos com esse projeto.
Com um positivo acolhimento por parte da diretora Joana, os próximos encontros serão realizados com no mínimo a cada 30 dias enquanto outros assuntos serão tratados de forma paralela junto à Superintendência da RMS e demais setores interessados pertencentes ao tema. Por hora, montar o grupo de trabalho para identificar no PAE os itens que já podem ser executados será um divisor de água para cumprimento do que está previsto em Acordo Coletivo, um salto de qualidade para as questões de saúde e segurança no trabalho.
No término do encontro, Paulo Henrique, Gerente da GPTC, se colocou mais uma vez a disposição para continuar com os importantes avanços que o setor tem contribuído para melhoria na ETA e firmou compromisso na resolução emergencial de climatização da portaria para contribuir com o conforto térmico dos trabalhadores que cuidam da segurança patrimonial.
Esteve também presente na reunião o diretor de Relações Institucionais do Sindicato, Augusto César, quem sinalizou ser relevante priorizarmos os temas sobre saúde e segurança na Embasa.

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