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Sexta-feira, 24 de Abril de 2026

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Renault quer demitir 800 trabalhadores no Paraná

O Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari se solidariza com os trabalhadores da Renault

Renault quer demitir 800 trabalhadores no Paraná
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Em meio ao agravamento da crise econômica provocada pela pandemia, a Renault anunciou a intenção de demitir 800 trabalhadores da fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná. A empresa, que emprega hoje cerca de 7 mil trabalhadores, propôs um Plano de Demissão Voluntária que foi recusado em assembleia pelos funcionários, por considerarem que os incentivos oferecidos pela montadora não são atrativos.

Segundo publicado pela grande mídia, a Renault oferece o pagamento de 3,5 a seis salários extras dependendo do tempo de contrato do funcionário (incluindo dois meses de benefício da MP 936), plano médico por um ano e vale mercado até dezembro, além da primeira parcela da Participação nos Lucros e Resultados. E para os funcionários que permanecerem na fábrica a proposta de data-base é suspensão de reajustes neste ano e no próximo, com pagamento de abono de R$ 3,5 mil. Ou seja, para quem sair ou ficar o cenário é ruim.

O Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari se solidariza com os trabalhadores da Renault, em momento tão difícil e delicado para a categoria em todo país, que sofre com desemprego e retirada de direitos.

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Em Camaçari, graças ao acordo fechado pelo Sindicato de estabilidade do emprego, foi possível evitar a demissão em massa de centenas de trabalhadores com a implementação do lay-off, preservando até mesmo o pagamento dos salários de forma integral, sem nenhum desconto.
“Estamos solidários com nossos colegas da Renault, com essa possibilidade real de demissão em massa no Paraná. É preciso que as empresas também não se aproveitem do momento de pandemia e crise para demitir e retirar direitos. Agora, é momento de assegurar os empregos e os direitos. Só assim vamos superar a crise”, explica Júlio Bonfim, presidente do Sindicato.

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