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Sexta-feira, 28 de Agosto 2026
Brasil

Embasa faz reformas desnecessárias e sindicato pede explicações

Sindicato cobra transparência e questiona se a obra está sendo feita com dispensa de licitação

Embasa faz reformas desnecessárias e sindicato pede explicações
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Na data de hoje (6) o Sindae enviou ofício à presidência da Embasa cobrando explicações sobre uma grande reforma que estaria acontecendo nas dependências da Diretoria Financeira, no CAB. Considerando o momento delicado de pandemia, quando a empresa tem cobrado dos seus funcionários (as) a otimização de custos e austeridade nos gastos, parece no mínimo contraditório a realização dessa obra sem nenhum caráter de urgência. 

No documento enviado ao presidente da Embasa o sindicato cobra transparência e questiona se a obra está sendo feita com dispensa de licitação. O sindicato também solicitou que a empresa informasse o nomes das empresas que estão executando e que estão fornecendo insumos para a obra, bem como os custos dos serviços e dos materiais.

Ainda sobre a Diretoria Financeira, há notícias de que o setor de tecnologia da informação FTI está pretendendo terceirizar o atendimento aos usuários, mais conhecido como Service Desk. A terceirização seria dos níveis 1 ao 3, contemplando os serviços de suporte remoto, recebimento de máquinas e equipamentos para manutenção e suporte presencial. A questão é que se trata de um setor extremamente estratégico para empresa, o qual seria entregue a empresas terceirizadas sem nenhum fundamento técnico. Seria não só um equívoco, mas uma decisão altamente questionável do ponto de vista da segurança da informação da empresa.

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Outra situação no setor de TI que salta aos olhos pela incoerência seria o aluguel de equipamentos e máquinas que a empresa pretende fazer para os próximos 5 anos. O último estudo realizado pela empresa indicou uma disparidade de preço muito grande, sendo mais vantajoso adquiri-los. Para se ter ideia, com o aluguel de um equipamento daria pra comprar três. Além disso, há jurisprudência do Tribunal de Contas da União que condena a locação de equipamentos de TI quando não for para períodos curtos e de comprovada necessidade.

Cabe perguntar de onde saem essas propostas estapafúrdias dentro do FTI e se a diretoria da Embasa irá assumir esses riscos.

FONTE/CRÉDITOS: Sindae Bahia
Blog do Trabalhador

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