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Domingo, 30 de Agosto 2026
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Precarização do trabalho na Embasa faz mais uma vítima fatal

O que se sucedeu foi que uma tubulação se rompeu e a terra deslizou detalha sindicato

Precarização do trabalho na Embasa faz mais uma vítima fatal
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A vítima foi Neilton Souza Santos, 32 anos, funcionário do Consórcio FPX Lander, empresa terceirizada que presta serviços para a Embasa. Ele começou na FPX havia 30 dias e se encontrava em uma obra de manutenção de rede no bairro de Itinga em Lauro de Freitas. O detalhe é que a obra, segundo relatos de pessoas que estavam no local, contava com o material de escoramento que, utilizado corretamente, evitaria a fatalidade, mas que não foi utilizado.

O que se sucedeu foi que uma tubulação se rompeu e a terra deslizou, soterrando Neilton, esse jovem trabalhador, que é mais uma vítima do que a precarização do trabalho terceirizado tem feito na Embasa. 

E essa não é a primeira vez que ocorrem acidentes fatais com prestadores de serviços da Embasa por falta dos escoramentos, equipamentos que garantem a segurança nos serviços de escavações por onde passam tubulações de água ou esgoto. A ausência da utilização dessas estruturas, que são feitas de madeira ou metal para que trabalhadores não sejam soterrados em caso de desmoronamento das valas, é a principal razão para fatalidade em acidentes do trabalho na Embasa.

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Em 2018 um trabalhador de uma empresa terceirizada morreu em Jequié quando realizava serviços na rede de esgotamento sanitário no bairro Joaquim Romão. O acidente foi provocado pelo quebramento de uma adutora durante a escavação de uma vala.

Em nota, a Embasa lamentou o ocorrido e disse que abrirá uma investigação interna para apuração de responsabilidades. O MPT (Ministério Público do Trabalho) e Polícia Civil também investigam.

FONTE/CRÉDITOS: Sindae Bahia
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