Aguarde, carregando...

Domingo, 30 de Agosto 2026
Fique Sabendo

Embasa apresenta nova proposta para Acordo Coletivo de Trabalho

Desta vez a empresa apresentou uma proposta de reajuste salarial de 10%

Embasa apresenta nova proposta para Acordo Coletivo de Trabalho
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.
GOOGLE Não perca nossas próximas notícias

Adicione nosso site às suas fontes preferidas para acompanhar nossas notícias. 📰

Na reunião de negociação realizada entre o Sindae e a Embasa na tarde desta quinta-feira (25/08), desta vez de forma presencial, a empresa deu mais um passo no processo negocial e avançou na proposta de valores dos reajustes nas cláusulas econômicas.

A proposta apresentada hoje é fruto da grande mobilização da categoria organizada pelo Sindae, inclusive da paralisação de 24 horas realizada na semana passada e das reuniões de mobilização nos diversos parques, além de toda a articulação feita junto aos parceiros políticos da categoria.

Desta vez a empresa apresentou uma proposta de reajuste salarial de 10%, acrescido da incorporação do valor fixo de R$ 200,00 nos salários base, e aplicação do INPC (12,47%) no Vale Alimentação.

Publicidade

Leia Também:

A empresa também apresentou novas propostas com valores diferenciados para os demais benefícios, sendo R$ 375,00 para o Auxílio Educação, R$ 900,00 para o Auxílio Creche, R$ 1.800,00 para o Auxílio por Filho com Deficiência, R$ 235,00 para o Auxílio Material Escolar, R$ 7.410,00 para o Auxílio Funeral e R$ 157,00 para o Bônus Junino e Natalino.

Apesar dos avanços, a empresa não definiu uma data para aplicação dos reajustes propostos, mas condicionou a aplicação destes novos valores à imediata entrada, no caixa da empresa, dos recursos completos referentes aos depósitos em juízo no âmbito da ação de imunidade tributária e à segurança operacional do caixa da Embasa. Em relação ao pagamento do retroativo acumulado à data base de maio de 2022, a empresa se propõe a pagar em duas parcelas seguidas, com o primeiro pagamento no mês subsequente à implementação em folha dos reajustes. 

Além das questões econômicas, o sindicato voltou a cobrar respostas da empresa para as pendências de redação, entre elas a da vigência de dois anos para o novo acordo coletivo. A empresa alegou não ter ainda uma posição consolidada sobre os temas pendentes, que são se extrema relevância para a categoria e o sindicato não abrirá mão de aprofundar discussão.

Uma das questões que voltou a ser debatida na mesa foi a cláusula do Auxílio por Filho com Deficiência, pois a empresa tem cortado o benefício de forma unilateral quando as crianças com deficiência completam 16 anos, uma supressão que não está escrita em lugar nenhum e não foi objeto de negociação. A alegação da empresa seria a exigência de laudo de incapacidade laboral, mas que os médicos tem se recusado a fornecer, prejudicando diversas famílias que passam por situações difíceis e tem enormes despesas com os cuidados especiais necessários para os filhos nessa condição. Como a empresa resiste a retirar essa exigência da cláusula, o sindicato propôs que ela fosse reformulara e só passasse a valer quando a pessoa com deficiência completasse 21 anos. Depois de muito debate, a empresa ficou de reavaliar o tema internamente e responder na próxima reunião. 

Também foram debatidos pelo sindicato os problemas diversos relativos ao fornecimento de transporte dos trabalhadores. O sindicato questionou a proposta de diminuição das vans que fazem o transporte da RMS, o que iria alongar enormemente o tempo de viagem dos trabalhadores. Por outro lado, o sindicato questionou a mudança que a empresa pretende implementar na unidade regional de Senhor do Bonfim, retirando os carros próprios que hoje fazem os roteiros e passando a comprar passagens em ônibus de carreira. Tal mudança não faz nenhum sentido, pois além de aumentar o custo para a Embasa, iria criar uma imensa confusão operacional para a empresa e para os (as) empregados (as), uma vez que os horários das linhas de ônibus não atendem aos horários de início e término da jornada. Ou seja, em Senhor do Bonfim, ao contrário do que manda o bom senso, a empresa iria desfazer o que está dando certo e criar um grande problema pra todo mundo. Também foi lembrado o pleito dos operadores da estação de tratamento de Amélia Rodrigues, que não são contemplados pelo transporte fornecido pela Unidade Regional de Feira de Santana para outras localidades.

A diretoria executiva do Sindae irá se reunir nesta sexta-feira (26/08) para analisar a proposta apresentada pela empresa e convocará as assembleias para a próxima semana, para que a categoria possa debater e decidir os rumos da campanha salarial.

A luta continua!

FONTE/CRÉDITOS: Sindae
+colunistas

Publicado por:

+colunistas

Lorem Ipsum is simply dummy text of the printing and typesetting industry. Lorem Ipsum has been the industry's standard dummy text ever since the 1500s, when an unknown printer took a galley of type and scrambled it to make a type specimen book.

Saiba Mais

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR