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O Sindae recebeu denúncias nesta semana dos (das) trabalhadores (as) da Embasa no município de Caetité, que fica localizado no sudoeste do estado, de Ilhéus, sul da Bahia, e de Senhor do Bonfim, situado ao norte, sobre o Plano de Saúde da Embasa. A reclamação generalizada é de que a nova prestadora de assistência médica, a Central Nacional Unimed – CNU tem realizado um atendimento precário ou até mesmo inexistente, e a impressão é de que ocorreu uma queda significativa da qualidade da assistência médica em relação à praticada pela operadora anterior.
Para se ter uma ideia, os (as) trabalhadores (as) em Caetité relatam que estão sofrendo um completo abandono da CNU com a deficiência de atendimento na rede credenciada, tanto para acesso às consultas clínicas quanto a hospitais para realização dos mais simples procedimentos. Há relatos de que, com a falta de credenciamento do hospital de Caetité, que há décadas atende os (as) trabalhadores (as) da Embasa, essas pessoas estão sendo obrigadas a se deslocar para o hospital Nova Aliança, em Guanambi, que é o local credenciado mais próximo. Apesar disso, para agravar a situação, mesmo nos locais que atendem, o agendamento de exames e consultas tem sido uma verdadeira novela, com horas e horas de tentativas por telefone e, quando se consegue atendimento, em muitos casos o beneficiário (a) tem que aguardar até mais de um mês para isso.
Em Ilhéus a queixa principal é de que o hospital São José, que foi credenciado para prestação de serviços de urgência e emergência, tem um atendimento pior do que muitos hospitais públicos e Unidades de Pronto Atendimento do SUS – UPAs do município. De acordo com informações, o Hospital de Ilhéus, que sempre prestava serviço às operadoras de assistência médica da Embasa e que tem uma estrutura mais adequada às necessidades desses (dessas) beneficiários (as), está descredenciado. Em Senhor do Bonfim, por exemplo, o único hospital que atenderia os (as) embasianos (as) e seus dependentes, o Paulo Hilarião, que consta na rede credenciada da Unimed, tem mais de três anos que está fechado. Na semana passada o Sindae já havia denunciado o descaso em Ipiaú, com o não credenciamento do único estabelecimento de atendimento da microrregião, que é o Hospital e Clínica São Roque (aqui).
O Sindae espera que a Embasa tome providências e cobre da operadora do Plano de Saúde uma atitude para que essas situações levantadas sejam brevemente resolvidas, pois se tratam de vidas, e com a vida das pessoas não se brinca.
