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QUINTA-FEIRA, 03 DE SETEMBRO DE 2026
Brasil

Bolsonaro veta reajuste para carreiras policiais e Abin na LDO

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2023 foi sancionada nesta quarta-feira (10/8), com 36 vetos

Bolsonaro veta reajuste para carreiras policiais e Abin na LDO
Na imagem, o presidente em cerimônia no Palácio do Planalto; veto foi publicado no Diário Oficial da União
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O presidente Jair Bolsonaro sancionou, nesta quarta-feira (10/8), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2023 com veto a 36 artigos. Um deles tratava sobre a verba destinada para reajuste e regulamentação de gratificação estabelecida por lei específica para a Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), para militares do Distrito Federal, e servidores do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

A proposta previa a criação e o provimento de cargos e funções em concursos públicos para os órgãos de segurança, além da concessão de gratificações.

Ao justificar o veto, o governo considerou que a medida “não inova em relação à proposta original encaminhada pelo Poder Executivo federal”, onde já existe a autorização para o provimento de cargos e reajustes salariais em toda a administração pública, incluindo os órgãos citados.

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“Nesse sentido, as disposições contrariam o interesse público, pois criariam, no ordenamento jurídico, desnecessária assimetria de tratamento entre as carreiras dos órgãos e entidades que compõem a administração pública federal”, destaca.

Ainda de acordo com o texto, a avaliação sobre as carreiras que “merecem maior atenção” na elaboração da LDO é feita de forma natural pelo Poder Executivo. E elas seguem as prerrogativas da Constituição e observam a “‘eliminação de superposições e fragmentações de ações’ e a ‘orientação para o planejamento estratégico institucional do órgão ou entidade, alinhado às prioridades governamentais’, entre outras diretrizes”, finaliza.

Os vetos ainda serão analisados pelo Congresso Nacional para decidir se mantém ou derruba a medida.

FONTE/CRÉDITOS: Metrópoles
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