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Em assembleias virtuais realizadas nos dias 31 de agosto e 1 de setembro, na capital e no interior, os (as) empregados (as) da Embasa rejeitaram de forma contundente, e com diversas críticas à postura da empresa, a proposta apresentada por ela para fechamento do Acordo Coletivo biênio 2021/2022.
O sentimento geral é de que a Embasa tem demonstrado total desconsideração pelos seus empregados (as), que vivem sob as ameaças constantes de perda de direitos conquistados a duras penas. Tudo isso tem repercutido muito negativamente na sua força de trabalho, que a cada dia fica mais desmotivada e indignada com a direção da empresa.
Apesar da proposta de reposição da inflação em todas as cláusulas econômicas (7,59% retroativo a maio), o que pode ser considerado um avanço frente à postura economicista da empresa, a Embasa insiste em retirar do ACT o Programa de Aposentadoria Incentivada (PAI), uma cláusula extremamente importante para que o trabalhador (a) que dedicou toda a sua vida na construção da empresa tenha melhores condições de sobreviver fora dela. Essa bonificação, que surgiu como Prêmio Aposentadoria, foi introduzida no Acordo Coletivo para dar maior conforto para o aposentado no momento mais crítico da sua vida, quando os gastos com saúde aumentam muito expressivamente e a sua remuneração cai dramaticamente.
Os (as) empregados (as) da Embasa, apesar de terem rejeitado a proposta da Embasa para fechamento do ACT, votaram favoravelmente para que a direção do sindicato retorne à mesa de negociação e busque superar esse impasse.
