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No começo deste ano, dois dos diversos vidros que compõem uma das janelas do segundo andar do setor de Tecnologia da Informação – FTI caíram sobre a entrada principal do prédio, que fica localizado na sede da Embasa no Centro Administrativo da Bahia - CAB. Por sorte, o incidente ocorreu antes das 7 horas da manhã e não havia ninguém passando no local. Essa não é a primeira vez que isso acontece.
Além desses vidros quebrados, existem outros dois que estão trincados, podendo ferir, inclusive, os (as) trabalhadores (as) que estão na parte interna da edificação. Note-se que apenas a entrada térrea do bloco se encontra isolada por cones e faixas zebradas, mas mesmo esses equipamentos de proteção coletiva não eliminam os riscos que estão submetidos (as) os (as) trabalhadores (as) que transitam por essa área. Para se ter uma noção da gravidade da questão, tempos atrás uma queda de vidraça causou a morte no Senai/Cimatec do professor José Carlos Santos Souza, 43 anos. O vidro caiu do terceiro andar de um dos dois prédios da instituição, que fica localizada na Avenida Orlando Gomes. Segundo informações do jornal A Tarde, a vítima caminhava por um passeio externo no térreo do prédio quando a peça de aproximadamente 60 centímetros de comprimento e 30 cm de largura despencou. A manutenção das vidraças do FTI, portanto, exige celeridade por parte da Embasa.
Outra reclamação que chegou ao conhecimento do Sindae é sobre as constantes infiltrações de água que descem da laje do prédio, causando desorganização do ambiente de trabalho, além de danificar equipamentos e mobiliários, podendo causar danos estruturais nas fiações elétricas que são embutidas no piso.
O Sindae espera que a Embasa se sensibilize e tome as medidas necessárias com a devida urgência que o caso requer.
