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Quinta-feira, 07 de Maio de 2026

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VITÓRIA JURÍDICA DO SINTAJ

MPBA EMITE PARECER FAVORÁVEL NO PROCESSO QUE TRATA DO ABONO PERMANÊNCIA

VITÓRIA JURÍDICA DO SINTAJ
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O Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA) manifestou-se favoravelmente no Mandado de Segurança Coletivo (nº 8003173-70.2026.8.05.0000) impetrado pelo SINTAJ contra a Presidência do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA). No parecer emitido no dia 16 de março de 2026, a Procuradoria-Geral de Justiça recomendou a concessão da segurança para garantir que o Abono de Permanência seja incluído na base de cálculo do adicional de férias e da gratificação natalina (13º salário) dos servidores filiados.

ENTENDA A AÇÃO DO SINTAJ

A entidade sindical identificou que os servidores do TJBA estavam sofrendo prejuízos financeiros devido à exclusão dessa verba no cálculo de seus benefícios. Como o Abono de Permanência é pago de forma contínua aos servidores que optam por permanecer em atividade após preencherem os requisitos para aposentadoria voluntária, o sindicato argumenta que sua natureza é estritamente remuneratória e permanente.

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O PRECEDENTE VINCULANTE DO STJ

O parecer do MPBA fundamenta-se no Tema Repetitivo nº 1.233 do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Esta tese fixou que o abono de permanência integra a base de incidência das verbas calculadas sobre a remuneração, por ser uma contraprestação pecuniária pelo trabalho contínuo, sem caráter indenizatório ou transitório. Segundo o documento, o STJ definiu o benefício como uma vantagem que se incorpora ao conjunto de ganhos do servidor enquanto durar a relação de trabalho.

REFUTANDO ARGUMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO

O MPBA rebateu as justificativas da Presidência do TJBA, que alegava dificuldades orçamentárias e a pendência de um processo administrativo interno (TJ-ADM-2025/50068). Para o Ministério Público, a inércia administrativa em aplicar um entendimento já consolidado e vinculante do STJ fere os princípios da eficiência, legalidade e segurança jurídica. O parecer destaca que a demora na conclusão de processos internos é irrelevante, pois a lesão ao direito do servidor ocorre de forma continuada a cada pagamento feito incorretamente.

PRÓXIMOS PASSOS

O processo, que tramita sob a relatoria da Desa. Rosita Falcão de Almeida Maia, segue agora para julgamento pelo Órgão Especial do TJBA. O SINTAJ continuará acompanhando de perto cada movimentação para assegurar que o direito líquido e certo da categoria seja restabelecido com a maior brevidade possível. O MPBA recomendou ainda que os efeitos financeiros da decisão retroajam à data da impetração da ação.

CLIQUE AQUI PARA ACESSAR O PARECER DO MPBA

FONTE/CRÉDITOS: SINTAJ
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