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Domingo, 18 de Janeiro de 2026

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Categoria petroleira encerra mais uma semana de luta contra a privatização do Polo Bahia Terra

A coordenadora geral do Sindipetro Bahia, Elizabete Sacramento, criticou a postura entreguista da presidente da Petrobrás

Categoria petroleira encerra mais uma semana de luta contra a privatização do Polo Bahia Terra
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Em seguimento às manifestações contra a privatização do Polo Bahia Terra, petroleiros e petroleiras se reuniram nesta sexta-feira (18) para mais um ato em repúdio à declaração da presidente da Petrobrás, Magda Chambriard, que sugeriu uma possível venda dos campos de produção do estado. Mais de 300 trabalhadores(as) de Buracica, unidade localizada no município de Alagoinhas, atrasaram o início de suas atividades em protesto à possível privatização dos ativos da companhia.

A coordenadora geral do Sindipetro Bahia, Elizabete Sacramento, criticou a postura entreguista da presidente da Petrobrás. “Vender o Polo Bahia é precarizar ainda mais as relações de trabalho. Sabemos do impacto que isso gera a todos os trabalhadores e trabalhadoras, independente de ser primeirizado ou terceirizado”, afirmou, cobrando uma posição firme do governo federal. “Não dá para termos um governo que tem como mola propulsora a geração de emprego e renda, e vir agora uma presidenta [da Petrobrás] falar na possibilidade de privatização e de redução de postos de trabalho”, disse, enumerando os casos de demissões em ativos da estatal que foram privatizados.

Outros diretores do Sindipetro e demais trabalhadores do Polo Bahia também discursaram em protesto à possibilidade de venda do conjunto de campos terrestres. “A possível privatização desses campos gera insegurança no trabalhador, já tivemos caso de suicídio motivado pela sensação de não saber se terá o emprego no fim do mês”, denunciou o diretor Jailton Andrade, lembrando do relatório do Ministério do Trabalho que concluiu que a morte de um trabalhador da RLAM se deu em razão dessa insegurança. “A Bahia não vai aceitar essa venda, a Petrobrás nasceu aqui”, garantiu outro diretor, Luiz Matos Júnior.

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Além da privatização do Polo Bahia Terra, outra possibilidade nefasta tem se desenhado: há rumores de que a Petrobrás vai reduzir em 25% seus contratos de prestação de serviço, gerando um possível corte de postos de trabalho na mesma proporção. “Vamos lutar para manter esses empregos e manter os investimentos da Petrobrás na Bahia”, garantiu o deputado estadual petroleiro Radiovaldo Costa (PT), detalhando articulações com a direção da estatal. “Precisamos garantir que a Petrobrás continue viva onde ela nasceu, aqui na Bahia”, finalizou.

FONTE/CRÉDITOS: Imprensa Sindipetro Bahia
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