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Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2026

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Em mais um ato, petroleiras e petroleiros engrossam coro contra a privatização do Polo Bahia Terra

A diretoria do Sindipetro Bahia, que organizou o ato, segue repudiando a declaração da presidenta da Petrobrás, Magda Chambriard

Em mais um ato, petroleiras e petroleiros engrossam coro contra a privatização do Polo Bahia Terra
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Contando com o ato desta quinta-feira (17), já são cinco as manifestações coletivas contra a possível privatização do Polo Bahia Terra. Trabalhadores e trabalhadoras da Estação Vandemir Ferreira, localizada no município de São Francisco do Conde, atrasaram o início de suas atividades pela manhã, somando-se a colegas de Taquipe, Santiago, Torre Pituba e da PBIO na luta contra a venda de ativos da Petrobrás.

A diretoria do Sindipetro Bahia, que organizou o ato, segue repudiando a declaração da presidenta da Petrobrás, Magda Chambriard, que insinuou a possibilidade de privatizar 28 campos de produção de petróleo na Bahia, devido a uma menor margem de lucro em comparação aos poços do pré-sal, após a queda no valor do barril de petróleo. “Pode ter menos lucro, mas tem lucro, ou não teria empresa interessada em comprar”, aponta a coordenadora geral do sindicato, Elizabete Sacramento. “Mas nós não podemos aceitar essas decisões que visam apenas o bem do capital, a maximização dos dividendos dos acionistas. O sócio majoritário da Petrobrás é a sociedade brasileira, o que a sociedade acha dessas decisões? Precisamos entender a importância da Petrobrás na geração de emprego, renda e na redução das desigualdades”, argumentou.

Outros diretores do Sindipetro se somaram à indignação coletiva sobre a possibilidade da Petrobrás cessar sua produção de petróleo no estado que deu início à indústria petroleira, há 83 anos, quando foi inaugurada a exploração comercial do poço Candeias I. “Estamos aqui defendendo o Polo Bahia, ninguém vai aceitar a venda do Polo, não vamos aceitar esse retrocesso. Agora é o momento da luta e da unidade, para que a gente possa garantir nossos direitos e postos de trabalho”, defendeu Matos Júnior, diretor do sindicato.

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Apesar de não poder estar presente, o deputado estadual petroleiro Radiovaldo Costa (PT) deu seu recado através de ligação telefônica. Além de se posicionar contra a declaração de Magda Chambriard, destacou outra ameaça da gestão da Petrobrás, que está considerando cortar até 25% dos postos de trabalho terceirizados. O coordenador geral da FUP, Deyvid Bacelar, que também discursou através do celular acoplado ao microfone do carro de som, informou sobre as articulações da federação e do Sindipetro-BA para impedir estas demissões, bem como a venda de ativos da estatal, através de diálogos com a diretoria da Petrobrás e com os governos federal e estadual.

FONTE/CRÉDITOS: Imprensa Sindipetro Bahia
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