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Terça-feira, 16 de Dezembro de 2025

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Sindipetro Bahia reforça chamado para audiência pública na ALBA

Em conjunto com a audiência pública, o Sindipetro-BA lança a campanha RLAM 75 anos

Sindipetro Bahia reforça chamado para audiência pública na ALBA
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O Sindipetro Bahia convida a categoria petroleira e a sociedade baiana para a audiência pública em razão dos 75 anos da Refinaria Landulpho Alves (RLAM). Convocada pelo deputado estadual Radiovaldo Costa (PT), a audiência está marcada para esta sexta-feira (12), às 9h, na Assembleia Legislativa da Bahia. Vamos celebrar a resistência dos 75 anos da nossa refinaria, mas também continuar na luta por uma RLAM pública e que atenda aos interesses do povo baiano.

Em conjunto com a audiência pública, o Sindipetro-BA lança a campanha RLAM 75 anos, em que autoridades baianas se juntam na luta pela volta da refinaria à Petrobrás, demarcando sua posição em vídeos de apoio à pauta petroleira. Diretores e diretoras do Sindipetro-BA foram até os gabinetes de deputados(as) estaduais para reforçar o convite para a audiência e para a campanha, sendo recebidos pelos seguintes parlamentares, ou seus representantes: Fátima Nunes (PT), Maria del Carmen (PT), Zé Raimundo (PT), Rosemberg Pinto (PT), Marcelino Galo (PT), Bobô (PCdoB), Fabrício Falcão (PCdoB),  Fabíola Mansur (PSB), Matheus Ferreira (MDB), Roberto Carlos (PV) e Hilton Coelho (PSOL).

Dirigentes do Sindipetro-BA também foram à Câmara Municipal de Salvador, e ainda irão ao Congresso Nacional para buscar mais apoios. Em Salvador, foram recebidos pelos seguintes edis, ou seus representantes: Marta Rodrigues (PT), Aladilce Souza (PCdoB), Hélio Ferreira (PCdoB), Silvio Humberto (PSB), Eliete Paraguassu (PSOL), Hamilton Assis (PSOL), Felipe Santana (PSD) e Randerson Leal (PODE).

O sindicato também enviou convites para que integrantes do Poder Executivo, entidades de esquerda e movimentos sociais, especialmente do movimento sindical, se juntem à campanha em defesa da RLAM pública e estatal.

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RLAM de volta à Petrobrás, já!

A primeira refinaria do Brasil iniciou sua operação no dia 17 de setembro de 1950, antes mesmo da fundação da Petrobrás. Posteriormente rebatizada com o nome de Landulpho Alves, um engenheiro baiano que lutou pela indústria do petróleo no país, a RLAM é um patrimônio vivo, símbolo de pioneirismo e vetor de desenvolvimento da indústria na Bahia.

Foi o sucesso da RLAM que possibilitou a criação do primeiro complexo petroquímico planejado do Brasil, o Polo Petroquímico de Camaçari. A refinaria também serviu de escola, abraçando pessoas vindas de outras ocupações para aprender o ofício petroleiro, que depois se transformavam em instrutores da nova geração.

A construção coletiva e solidária é uma força presente na RLAM, ela está gravada em cada parafuso da refinaria e em cada piquete montado pelos trabalhadores e trabalhadoras. A RLAM foi palco de muitas lutas petroleiras, a ponto do seu entroncamento de acesso ser hoje chamado de Trevo da Resistência. E foi nesse trevo onde aconteceram as principais batalhas contra a sua privatização, ocorrida em 2021.

A venda da RLAM resultou em hibernação de unidades com redução na produção de derivados, impactando na indústria petroquímica, na arrecadação de impostos pelo governo estadual e pelos municípios, eliminando postos de trabalho, assim como afetou diretamente toda a população baiana com preços de gás de cozinha e demais combustíveis, sendo esses os mais caros do Brasil, elevando também o custo de vida no estado. O refino de petróleo é estratégico para o país, não faz sentido ter refinarias privatizadas quando temos uma das maiores empresas petroleiras do mundo.

A categoria petroleira mantém viva a memória dos 75 anos da RLAM. Reverenciando sua história de luta e resistência, seguiremos batalhando para que a Refinaria Landulpho Alves retorne a quem sempre pertenceu: a RLAM é do povo baiano e do povo brasileiro!
FONTE/CRÉDITOS: Sindipetro-BA
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